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NUTRIENTES E FUNCIONAMENTO CEREBRAL

A alimentação é extremamente importante para a função cognitiva. Os hábitos alimentares corretos podem determinar uma saúde mental superior.  Os chamados “super alimentos” auxiliam na proteção do cérebro e, com isso, é possível reduzir o risco e a morbidade de doenças neurodegenerativas, incluindo uma das mais temidas, a doença de Alzheimer.

Em contrapartida, uma alimentação rica em açúcar pode ser extremamente prejudicial para o cérebro já que a rápida elevação dos níveis sanguíneos de glicose pode induzir a produção de radicais livres nos neurônios, devido ao processo de glicação, podendo ocasionar a morte das células. E, consequentemente,  haverá prejuízos no funcionamento cerebral. Já está provado que nutrientes como vitaminas do complexo B (especialmente a B12), gorduras do ômega 3, minerais e fitoquímicos antioxidantes são essenciais tanto para o funcionamento cerebral adequado como para proteção contra os radicais livres em excesso.

Em um estudo com 49 participantes, mostrou-se que o consumo adequado de vitamina B12, Vitamina D, beta-caroteno, folato e ômega 3, está associado com menor risco de doença de Alzheimer. Os autores elucidam que o alto consumo de vegetais, legumes, frutas, grãos integrais e peixes melhoram o perfil destes nutrientes, sendo uma estratégia protetora da função cerebral (que pode regredir conforme o avançar da idade). Bem como, que esta proteção pode ser melhorada com a redução no consumo de gorduras saturadas, alimentos processados e açúcares em geral. A vitamina B12 e o folato agem na função cognitiva pela habilidade em reduzir os níveis de homocisteína, que quando aumentados estão relacionados com o declínio da função cognitiva. O beta caroteno pode proteger o cérebro pela sua potente ação antioxidante. A vitamina D também é importante para o sistema nervoso central devido à sua ação nas sinapses, além de atuar como um antidepressivo natural.

Diante dos fatos é imprescindível fazer escolhas mais saudáveis visando proteger sua atividade cerebral ótima. A prevenção sempre foi e será o melhor remédio.

Fonte: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC4078781/pdf/bmjopen-2014-004850.pdf