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MÓDULO 3: Atenção a certos alimentos

É possível identificar intolerâncias de origem genética a nutrientes muito comuns como glúten, lactose, sal e cafeína, respondendo de forma rápida e segura aos distúrbios ou sintomas. Essas informações integram os conhecimentos necessários para escolher o programa alimentar correto. As intolerâncias de origem genética são determinadas por variações do DNA que alteram o metabolismo de nutrientes específicos. Esses tipos de intolerâncias não têm caráter transitório, ou seja, acompanham o sujeito portador durante toda sua vida. A sinalização e a intensidade dos distúrbios causados por esse tipo de intolerância pode ser variável de indivíduo para indivíduo. Depende ainda de fatores ambientais para expressar (desenvolver) determinado polimorfismo encontrado. INTOLERÂNCIAS ALIMENTARES GENÉTICAS (nem sempre o resultado “positivo” significa ter sinalizado a intolerância – ainda poderá se expressar no futuro) Intolerância à Lactose: é causada pela carência da enzima lactase e determina a incapacidade de digerir quantidades significativas de lactose, o açúcar que se encontra em maior quantidade no leite in natura; Sensibilidade ao Sal: o sódio executa funções importantes de regulação do volume de fluidos extracelulares e do equilíbrio ácido-básico do organismo. Os portadores de uma variável genética específica são mais sensíveis aos efeitos de uma dieta rica em sódio, aumentando a probabilidade de desenvolver hipertensão e doenças relacionadas; Doença Celíaca: é uma patologia autoimune e é reconhecida a tempos como doença de ordem genérica ligada ao complexo maior de histocompatibilidade ou HLA. Essa patologia está associada à presença de antígenos HLA de classe II DQ2 e DQ8. O 90-95% dos sujeitos celíacos apresentam o haplotipo DQ2 e cerca de 5% apresentam o haplotipo DQ8. Sensibilidade à Cafeína: a cafeína é encontrada principalmente no café, no chá e no chocolate. Uma das propriedades mais conhecidas da cafeína é a excitante. Estudos recentes demonstraram que as pessoas com um metabolismo lento à cafeína, causado por uma variável genética específica, apresentam um aumento do risco de infarto do miocárdio.