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Peeling Químico e de Cristal

O peeling de cristal é também conhecido com microdermoabrasão e trata-se de um peeling mecânico.
Este peeling realiza uma esfoliação na pele através de um equipamento que contém uma ponteira de cristal e esta faz um lixamento mecânico na pele.

Já o peeling químico é feito através da aplicação de ácidos na pele. Estes produtos provocam uma esfoliação química na pele, ou seja, sem o lixamento mecânico.

Tanto o peeling químico como o de cristal podem ser superficiais até profundos variando de acordo com a intensidade de lixamento (no caso do cristal), como de acordo com o tipo de ácido usado (no caso no químico).
Ambos procedimentos só podem ser aplicados por médicos.
Cada um tem suas indicações e contra-indicações específicas.
Uma boa avaliação prévia é fundamental para a indicação do melhor método.

Onde pode ser aplicado?
O peeling químico pode ser facial (aplicado no rosto) ou corporal (aplicado em várias áreas do corpo, como pescoço, colo, dorso, mãos, braços e pernas). O “peeling” poderá ser superficial, médio ou profundo, dependendo do estado da pele. Quanto mais profundo for o “peeling”, maior será o tempo de recuperação.

O que se deve esperar após o tratamento?
Dependendo do tipo de “peeling”, o paciente pode não sentir nenhum desconforto ou sentir um ardor leve ou intenso (depende da profundidade do “peeling”). Após o tratamento, deve-se evitar exposição ao sol, já que a nova pele é frágil e muito mais suscetível a ser danificada. Geralmente o tratamento é realizado no consultório do dermatologista.